top 5: novos (e imperdíveis) livros


Verdade, faz um tempo que eles não aparecem. Porém, aqui estão meus favoritos recentes (tão recentes que alguns nem foram lançados ainda, oi?):

Graphics Alive, vol. 2 – A sequencia deste livro tinha que existir. Tenho o primeiro, é ótimo e acredito que o segundo também valha muito a pena. É pra encher os olhos de referências, design em coisas e lugares.
FlashBack
– Para quem, como eu, é fã de estilo retrô em projetos gráficos, este livro é obrigatório. Foi lançado no fim do ano passado e virou meu favorito na estante rapidinho.
Houses, vol. 2 (Coming soon) – Minha paixão por casas me fez adquirir o primeiro e o segundo tem que estar na wishlist. Afinal, casa linda e inspiradora não falta nesse mundo. São 400 páginas e deve ser lançado no fim deste mês.
Basic Identity
– Da série Basic, da IndexBooks (participei do Basic Logos, lembram?), o Basic Identity mostra o conjunto da identidade visual. Ótimo pra sair do mesmo de sempre.
Logo Design, vol. 3 (Coming soon) – Sucesso absoluto da editora, a obra do querido Julius chega na terceira edição. Deve ser lançado entre Março/Abril.

Preencher a estante de referências nunca será uma má idéia (:

top 5: álbuns inteiros

Cinco álbuns que eu ouço do início ao fim, sem tirar nem por, se tivesse lado B colocava pra tocar. Sem grandes novidades, mas fica a dica pra quem ainda não tentou.
Incluí uma Dica Master Piece e selecionei uma faixa. Foi difícil, mas vamos lá:

Beatles – Magical Mistery Tour (1967)
Dica Master Piece: Amo pouco o psicodélico, I am The Walrus!

Oasis – Standing on the Shoulder of Giants (2000)
Dica Master Piece: Se tem outra coisa que é Lya, está coisa é Who Feels Love.

Los Hermanos – Ventura (2003)
Dica Master Piece: O representante nacional com Conversa de Botas Batidas.

Kasabian – Kasabian (2004)
Dica Master Piece: Do debut, John, o cientista viciado em LSD de Cutt Off.


Beirut – The Flying Club Cup (2007)
Dica Master Piece: In the Mausoleum, fresquinha.

top 5: assuntos corta-minha-vibe

Assuntos em que me calo completamente quando entram em pauta:

1 Regime (macumbas, papos naturebas)
2 Bebidas alcoólicas (tipos e histórias de porres)
3 Viagens internacionais (não sei, nunca fui)
4 Séries de tv (só vi Friends e olhe lá)
5 Receitas (torre sangrenta vale?)

top 5: cadeiras da minha vida

Você leitor, sai por aí falando o nome de fontes das placas? Composição química de remédio? Reconhece o artista pela obra? Modelo de carro e ano de lançamento? Ou faz como o meu pai que sabe o nome de pedregulho? Eu saio por aí falando o nome de cadeiras. Eu entro em lojas de cadeiras só pelo prazer de sentar a bunda na cadeira X.

Este é o Top 5 cadeiras da minha vida. Cadeiras que eu vou ter na minha casa de vidro Walter Gropius com chão de cimento queimado e um New Beetle grafite na garagem. Uma, duas, quatro, seis de cada uma, não importa. Vendo um rim.

Panton (1960) | Verner Panton, Dinamarca.
A que desencadeou todo um processo doentio pela década de 60/70.Paixão de adolescência, ganhei de presente do Frank em 2007 (a foto da esquerda é dele, inclusive).

Tulip (1959) | Eero Saarien, Finlândia.

LCW / DCW (1945) | Charles Eames, EUA.

Louis Ghost (2002) | Philip Starck, EUA.

DAR (1950) | Charles Eames, EUA.

Menção honrosa (porque escolher só 5 delas é difícil):
Bertoia (1950) | Harry Bertoia, EUA.
A Desmobília chegou a vender esta a R$200 em uma queima de estoque. Só não comprei porque não tinha aonde por, haha.


Todos terão lugar pra sentar lá em casa.
Só não estraguem, nem sujem nada, senão morre (: