segundaz

Sobrevivemos todos ao foguetório de fim de ano.
Vou descrever-lhes minha festa, organizada por amigos: passamos no escuro, à luz de lâmpadas de emergência. Faltar luz na praia é quase um sinônimo e foi exatamente isso que aconteceu. Das 20:30 até quando fomos embora, de madrugada. Mas havia amigos, comida, tinha guaraná, não me importei, não. Só que se eu soubesse, não precisava nem ter gasto as meia hora acertando os reboco na cara, né? haha

A minha última semana de 2015 fechou com um presentão da Gypso, feito pela Tina e pela Débora. Uma caixa com peças de concreto produzidas por elas! No próximo post eu pretendo mostrar o que veio. Para quem tiver interesse, dá para acompanhar (e encomendar) também pelo facebook e pelo instagram.

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Das raras (talvez duas vezes) que teve sol em Florianópolis e eu vi.

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Do meu avô para a minha casa de praia.

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Na volta para a civilização, café com a Iltavilli da Marimekko e lírios abrindo na mesa da sala!

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E os presentes que ganhei de Natal, bonitezas da Luiza Dias.

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4 comentários

  1. Adeisa Emanuelle

    Que chamego os quadros do seu avô!
    O seu jeito de fotografar também!

  2. Isabele de Paula

    Nas bandas de cá é água que falta nas casas de praia, principalmente no Carnaval. rsrsr
    Adorei as fotos do post.

  3. Tina

    <3 lindas fotos, obrigada pelo carinho!

  4. BA MORETTI

    passada que não vi esses quase impossíveis dois dias de sol, so sad. e virada de ano sem luz, acho que todo mundo precisa passar por isso uma vez (eu achei demais).