da blackfriday ano III

As últimas semanas eu iria colocar tudo num post só, achei misturança demais, portanto, vamos por partes.

Como em 2012 e 2013, aguardo a BlackFriday como espero a comida ficar pronta no almoço.
É na BlackFriday online onde compro anualmente os presentes de natal para os meus amados (ou como pode acontecer, o presente de natal que alguém queira me dar, como foi o pedido da minha irmã) e também fico de olho no que eu tinha gostado online para ver o tamanho do desconto. Este ano:

Para o dia a dia: Saia da Alór (na Farfetch), que já usei (vide post anterior) uma carteira/pasta de couro da Animale (que estava com um desconto enorme, nunca havia comprado nada da loja porque né, não dá) e aqui, uma ressalva, um colar da Luiza Dias que eu comprei dois dias antes da BF, porque sou burra (já usei também) e quatro esmaltes (escuros, obviamente) na Quem Disse, Berenice? (esqueci de colocar o outro, é vinho, custaram 4 Dilmas Reeleitas cada um).

Para o calor: Short FYI (que eu estava namorando faziam meses), um biquíni da BlueMan (ambos na OQVestir) e um brinco enorme de lindo da Luiza Dias também.

Fiz uma compra internacional, na NastyGal, mas como vai demorar quatro meses pra chegar, deixa pra lá. O que comprei nos últimos meses foram coisas para a casa, quis me mimar um pouco (ótima justificativa, Lya).

Que o Senhor Das Parcelas nos salve e nos guie.

das festividades

Pela minha família não ser pequena e já existirem famílias dentro da minha família (não sei deu para entender), faz alguns anos que nós nos reunimos antes da noite de Natal oficialmente dita. Portanto, meus dois últimos finais de semana foram assim: encontro dos König’s em Garopaba, ao sul de Santa Catarina (esq) e o encontro dos Zumblick’s em Florianópolis (que teve karaokê, minha mãe é rainha do karaokê, eu cantei Tim Maia para o meu pai, tem vídeo, um horror) (dir).

Já as imagens a seguir resultam do famoso, vamo marcá. Amigos/colhégas do ciclo que trabalhou comigo no meu último emprego (hoje cada um está num canto) finalmente conseguiu se reunir, depois de quase um ano sem nos vermos. Para o encontro, ofereci o ~espaço gourmet~ do meu prédio e assim se fez a luz. (Ainda faltou gente, mas tudo bem). A foto é tremida porque foi a única que a minha cabeça apareceu. Eu também não pedi autorização de uso de imagem, mas me processem qualquer coisa

Julie, bêbada, pediu para ser citada no blog (provavelmente não lembrará da solicitação) contando mentiras para mim.

Pobre e boba, já saí usando a saia que recém havia comprado na BlackFriday. Além disso, seguem os presentinhos que ganhei muito gentilmente (percebam como as pessoas que me conhecem sabem da facilidade que é me agradar): um pote de bala da Juliana e uma Coca-Cola especial de Natal da Françoise.

 

Depois desta noite maravilhosa, fiquei presa no elevador por 50 minutos às 3h da madrugada no décimo quarto andar. Pratiquei meditação yogal porque não foi nada fácil. Fica registrado também aqui meu agradecimento ao meu herói eterno Frank da Silveira.

meus ovos

Lya monotemática ataca novamente.
Ontem eu consegui fazer um ovo frito pela primeira vez após inúmeras tentativas. Mas isso não é culpa minha e sim da frigideira deprimente que eu tenho. Após untá-la (como eu não necessitaria caso tivesse uma que preste), consegui fazer com que o ovo parecesse um ovo e não uma paçoca. Vitória. Frank salivava com tamanha gourmetização de um ovo frito e por conta disso, não viu.
Não viu eu colocar fogo em um papel toalha que inteligentemente coloquei para forrar o fogão enquanto fritava. Percebi o acidente apenas quando uma labareda subiu na altura do meu rosto. Fui calculista, racional e friamente peguei os centímetros de papel que ainda estava intactos (por dois segundos) e joguei na pia sem dar um piu e só respirar depois que larguei. Frank também não viu eu notar uma gosma cinza escorrendo na borda da minha frigideira e eu me perguntando ó céus que merda é essa e era o que? Minha escumadeira DERRETIDA. Os furos estão abertos, conectados. Não há bordas.

O ovo estava ótimo.

Neste meio tempo:

fomos à um evento inédito em Florianópolis, o Foodtruck Experince que citei em outro post. Nós fomos, afinal, esperamos por meses. Nós e mais 50% da cidade, o que resultou em muita fila, suor e lágrimas. Comi, mas comi pouco. E o pouco que comi estava ótimo. Espero muito que tenha uma segunda edição (mais traquila, por favor, pra que eu possa comer tudo que eu quiser).

Frank aguarda o rango.

Na Kombi, só batatas.

Lya derreteu no sol de tênis Osklen e vestido Juliana Moriya, pois é muito fina.

Fui a um casamento! Fazia tempo que não surgia um, e este sem filé ao molho madeira. Mas enfim, costumo me virar em casa com cabelo e maquiagem, mas desta vez queria fazer algo diferente, já que meu conhecimento é limitadíssimo e de tão limitado, não posso chamá-lo de conhecimento. Saco pra ir em salão? Zero. Minha querida amiga Letícia me indicou a Daniela Marconi, que fazia este serviço delivery e não pensei duas vezes. Tô lá cimentada de garota propaganda. O vestido eu comprei também de última hora. Eu adoraria ter tirado uma foto decente com ele, fico com vergonha e agora estou arrependida. Comprei na Asos e ele chegou 3 dias antes do casamento.
Eu gosto é de emoção.

No próximo post espero tradicionalmente postar as encomendas da BlackFriday, é só o senhor correios querer (:

Não arranquem as suas etiquetas

O que mais tenho pesquisado no Google atualmente?
Lojas?
Receitas?
Como fazer ovo frito sem grudar na frigideira ruim?
Não.

Após uma tragédia pessoal, encolher uma única peça de roupa minha, UMA, o único vestido de ~marca~ que eu tinha, tenho prezado por manter a integridade das vítimas após elas passarem pela minha mão. Tenho procurado olhar sempre as etiquetas malditas que vem nas peças e o que eu encontro? Não encontro, todas cortadas. É possível odiar o seu eu de ontem? Sim. Prometi que jamais cortaria novamente as etiquetas internas, porque, veja só, tu realmente precisa delas. O problema é rapidamente esquecer o que os símbolos significam, então, não raramente (toda vez) que a roupa vai para a máquina, tenho vontade de emoldurar enormemente e colocar acima da sagrada máquina de lavar este código morse da lavação.

Já se passaram dois meses e eu continuo viva.

Neste mês:

Experimentei a piscina da casa nova pela primeira vez. Muitas fotos como esta ainda virão.

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Completei nove felizes anos de Frank.

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É aqui que eu babo.

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Eu queria tirar foto do meu kimono de guerra, mas não tive capacidade suficiente. Este foi no dia de votação, enquanto eu esperava meu querido apertar o confirma. O filtro ajudou tanto, que nem quis tirar a espinha que se encontra na minha cara. Provavelmente oriunda da pipoca doce caseira, uma das minhas especialidades no ramo da porcaria. Meu cabelo está enorme, não aguento mais, por favor, paga o freela pra eu cortar tudo isso.

968

Casa de designer como deve ser, Eames, Saarinen e Bertoia.

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Fico linda nestas fotos, afinal o cabelo tampa tudo, só não vê quem não quer.

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Durante um almoço nesta terra terrível que é Florianópolis.

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E ainda faço layouts.

No mais, este blog tem recebido muitos feedbacks nestes últimos meses. Agradeço muito as visitas, um beijo e um omo para roupas delicadas para todos vocês.

primeiro mês

- Nossa, a tulha  já tá com muita roupa pra lavar. Vou começar pelas pretas.
Um minuto depois: SOME A TORRE DE ROUPAS.
Seríamos nós um casal gótico?

Leitores: chama o MasterChef.
Chama o Jamie Oliver.
Se prepara Rita Lobo.
Estou impossível na cozinha.
Já não há limites.
Não há medo.
A carne moída que eu fiz ontem nem MAMÃE faz tão gostosa.
Se tivessem me perguntado um mês atrás se eu saberia me virar, eu estaria rindo (e chorando).
A necessidade, ela faz coisa.
E não esqueça nunca: se Lya conseguiu mexer com carne crua, preparar, ficar gostoso e comer, você pode. Você pode tudo.

Neste meio tempo, teve o aniversário da coisa querida da minha vida, que ganhou um lindo e merecido dia de sol.

Teve uma mini-festinha em casa (:

Teve uma ida ao La Guirlanda, que milagrosamente conseguimos uma mesa assim que chegamos.

Teve velhice. Mais de um ano depois do primeiro, adquiri meu segundo SkinCeuticals. Os dois da linha Correct. O primeiro que usei foi o Blemish + Age Defense. Desta vez, preferi o Retexturing Activator. Me chamou atenção porque ele (teoricamente) ativa o processo de regeneração da pele e eu vivo tendo machucadinhos no rosto e tenho uma péssima cicatrização, demorada e que deixa marcas. Meu bolso chorou, mas sei que meu rosto estava merecendo (além disso, os 29 chegarão exatamente em uma semana).

Provavelmente, na próxima vez que eu escrever aqui, estarei à beira dos trinta.

dia 15

Faz duas semanas que sou rainha do lar. Estou nesta fase maravilhosa de adorar limpar tudo, arrumar a cozinha, colocar roupa para lavar; meus caros, amo limpar o banheiro. Estou escrevendo aqui para ler mais tarde e rir de mim mesma, como já estou fazendo:

voltemos um pouco, quando REALIZEI que a ideia de viver de congelado e macarrão o resto da vida me arrepiou, e sim, eu tinha que enfrentar o monstro do fogão. Minha experiência com carne crua? zero. Meu tempo de preparo para várias coisas ao mesmo tempo? zero. Minha experiência escolhendo produtos no supermercado? zero. A única coisa que eu tinha era a imagem da minha mãe, exímia cozinheira.

No terceiro dia, eu fiz o que todo adulto maduro faz: eu chorei.

Eu chorei porque o filé de peito de frango não descongelou.

Eu havia perdido para um filé peito de frango congelado Macedo.
No terceiro dia.
Era o fim.

Após ser acudida, acordei no dia seguinte decidida a não perder para o filé de peito de frango.
E eu fiz o peito de frango e ficou muito bom, e eu fiz uma picanha no forno, e eu fiz bifes e eu fiz bifes acebolados e tudo tem gosto bom, e eu tempero e eu descongelo, e eu separo e eu corto, eu amo alho, eu amo alecrim. Tudo tem acompanhamento de batata, porque é a única coisa que eu sei fazer ainda. Não é fácil, mas, ao contrário do que pensei, não fiz nenhuma gororoba horrenda. Temperar salva vidas.

A poeira continua viva, por mais que eu tente matá-la.

Com a mudança, também tive que sair da academia que fazia há um ano e sete meses. Agora, o lugar que moro tem academia e eu faço ‘em casa’, sozinha, no ar condicionado. Moleza pura.

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Além disso:

O objeto mais lindo que já vi (que chegou taxado, obviamente): vela Muse, do Jonathan Adler.

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Sendo glamour no fusca.

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Sendo sensual na janela nova.

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Sendo chique na revista.

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Aguardando os próximos quinze.