hallo

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Amiga, sua loca.
Vinte dias sem dar sinal de vida.

Estou de volta. Academia, estou de volta. Quase três semanas sem fazer agachamento. Provavelmente o que ganhei nestes três anos que completarei mês que vem de puro foco/perseverança/determinação/superar obstáculos da vida, perdi facilmente nessas semanas que passaram.

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Aliás, o gigante que acordou se chama Sol. Depois de três meses sem aparecer, aparentemente temos verão. Passei a primeira semana desse mês de janeiro na praia. E com a mesma facilidade que me emorenei, já desbotei. Espero poder aproveita-lo mais em breve.

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E minha casa finalmente tem uma parede preta. Era quase um erro de personalidade não ter uma aqui. Espero que não demore para que estraguemos a nova parede com quadros, correto?

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Saiu no fim do ano passado o selo Secas, onde trabalhei a Identidade Visual. O Secas é um zine produzido pela Cássia Guerra, Cláudia Bär e Camila Carreira. Para encomendar, escreva para secaszine@gmail.com. Siga pelo instagram e facebook!

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No próximo post, a viagem inesperada (:

segundaz

Sobrevivemos todos ao foguetório de fim de ano.
Vou descrever-lhes minha festa, organizada por amigos: passamos no escuro, à luz de lâmpadas de emergência. Faltar luz na praia é quase um sinônimo e foi exatamente isso que aconteceu. Das 20:30 até quando fomos embora, de madrugada. Mas havia amigos, comida, tinha guaraná, não me importei, não. Só que se eu soubesse, não precisava nem ter gasto as meia hora acertando os reboco na cara, né? haha

A minha última semana de 2015 fechou com um presentão da Gypso, feito pela Tina e pela Débora. Uma caixa com peças de concreto produzidas por elas! No próximo post eu pretendo mostrar o que veio. Para quem tiver interesse, dá para acompanhar (e encomendar) também pelo facebook e pelo instagram.

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Das raras (talvez duas vezes) que teve sol em Florianópolis e eu vi.

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Do meu avô para a minha casa de praia.

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Na volta para a civilização, café com a Iltavilli da Marimekko e lírios abrindo na mesa da sala!

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E os presentes que ganhei de Natal, bonitezas da Luiza Dias.

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merry chrishmans

Estamos aqui fingindo que é possível viver com vinte reais na conta.

Enquanto isso, estou cheirando lindamente a açaí, graças a essa coisa maravilhosa que ganhei de natal. Semana passada fui visitar minha mãe, recém saída do banho e meu deus, madame z, que cheiro maravilhoso é este que propagas? E pela minha cara e por ser minha mãe, ela me deu um. Não é preciso gostar de açaí. Eu não como açaí, mas o cheiro desse negócio é bom demais. Tudo que é artificial é bom, não é mesmo? Sim.

Três ceias de Natal depois, aqui estamos. Viajei para a ceia da família e enquanto desfazia as malas as maquilágens eram muito bonitas para deixar passar.

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Levei o iluminador Touche Éclat, batom Viva Glam I (mais uma lição de como me presentear no aniversário. Além de ser um tom de vermelho que eu não tinha), batom Nars Damned, curvex Tweezerman (trouxe de viagem, ficou na caixa por anos, porque sou pobre e dói usar coisa nova. Isso até o glorioso shu uemura dizer, querida, estou morta) e meu de sempre Matte Bronze, que uso como blush.

De volta, teve madame z novamente, sempre linda nas decorações em casa, na ceia de nós 4.

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Teve eu milagrosamente registrando look da noite, mas essa blusa Têca era também linda demais para deixar passar. Eu esperei muito tempo entrar em promoção, haha.

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E ontem passei o dia no lugar que mais gosto, a senhora praia. Primeiro sol neste verão. É comum em novembro já irmos para a praia, mas este ano está atípico. Hoje, por exemplo, é manhã de 28, está CALOR, mas está nublado/chove. Levei um torrão horrível, mas sei que ficará preto em instantes (:

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Há uma nuvem de lágrima sobre os meus olhos, Dizendo pra mim que

Com a chuva de verão, chegou também um sentimento de saudade imensa e indescritível da que vos escreve. Agora é todo dia. E se repete em mim todo ano. Isto porque é esta chuva que me lembra os mais queridos momentos da infância que tive.

Portanto, a chuva de verão, além de gostosa no fim do dia, em toda a sua demonstração catastrófica, que durará apenas dez minutos, é responsável também por uma imensa sensação nostálgica, e eu sei que é amor. Sou eu, é meu pai, é minha mãe, é minha irmã. Somos nós, depois de um dia inteiro na praia, repetidamente, depois de um belo banho tomado, na varanda de casa, deitados na rede. Dia este com muito sal e sol torrando na pele, enfrentando mar bravo. É minha irmã que já pegou no sono. É meu pai nos lendo um livro na varanda. É a comida da minha mãe. Sou eu vendo a nuvem gigante chegar. Ano após ano, enquanto assim foi.

Da infância, é isso que a gente leva.

Somos pequenos demais para saber de tudo – ainda bem – mas é de lá que carregamos muita coisa para fase adulta.

Eu não sou mãe. Que fique bem claro aqui, eu não sou mãe. Eu sou um adulto que teve a sorte de uma infância feliz. E a felicidade, eu sei, é algo bastante particular em definição. Para mim, felicidade, por exemplo, pude descrever ali. Mas não raramente eu penso: os pais de hoje se preocupam com as memórias que os filhos levarão consigo desta fase? Será que não deveria ser esta a verdadeira preocupação, das dezenas que os vejo falar, que deveria se ter? A gente sabe que, no fundo, as viroses serão curadas, os choros serão calados, os piolhos serão mortos. Precisa mesmo comprar/vestir/ir/fazer aquilo e acolá?

Talvez porque eu e a minha irmã não éramos do tipo que pedia coisas, ou precisávamos ter porque todo mundo tinha. Eu não sei explicar bem o porquê. Eu não sei direito o porquê que estas coisas não eram necessárias para nós duas no dia a dia. Talvez porque esta lacuna era suprida com outras coisas. Coisas que, como descrevo aqui, não custava um real se quer.

Para mim, a chuva de verão, além de gostosa no fim do dia, em toda a sua demonstração catastrófica, que durará apenas dez minutos, é como a sensação que foi minha infância olhando daqui, linda, que durou dez longos e doces minutos.

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Eu tive um foco muito importante nesta Black Friday: calcinhas.
Sim. Porque chega uma hora, amiga, colega, empresária, dona de casa, estudante vadio, que não dá mais. Tu olha pra ela – ela, a calcinha – e diz: chegou o seu fim. Tá aí ó, toda desengonçada, deus me livre. Vou queimá-la.
Em BF passadas até comprei na Janiero, mas como a gente não pode viver só de bralet e calçolão, precisava das lindinhas e práticas. Eu sempre considerei a Loungerie uma boa opção. O site sempre tem promoções, e nesta BlackFriday eu só esperei o sinal na caixa de entrada do e-mail. Foram seis calcinhas, que saíram em média R$ 20.00, e um Babydoll (??) e um frete grátis.

Quanta exposição. Quanto lhe pagaram por esta propaganda? Nada. Eu que parcelei mesmo.

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Cerca de um mês atrás, eu fiz uma compra na Sephora, e então recebi uma amostra de um creme de Manjericão e Limão de uma marca chamada Korres. Amor à primeira cheirada. Descobri que a Korres era uma marca grega, tem loja online e eu que eu precisava de 1L daquele hidratante. E ele veio (:
Eu não provei os outros produtos da marca, adoraria, ao que me parece, não tem como ser ruim. Além de bem acessível.

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Minha única compra não precisava, mas tá muito bom o preço para deixar passar foram este top e blusa linda da Osklen.

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E por aí?